Trabalhar em equipa para conseguir avançar

Lua Cheia em Aquário – 24 de Julho, 02:38

O Sol entra hoje, dia 22, no signo de Leão! O convite é para nos deixarmos guiar mais pelas nossas paixões, para ganharmos entusiasmo pela nossa vida. Começa uma fase em que devemos alimentar a nossa chama interior mais do que nunca, de fazermos maior uso da nossa criatividade, de cultivar mais alegria, de sermos um pouco mais como as crianças: brincalhões, curiosos, corajosos e com um coração do tamanho do mundo!

Este ano, durante a época de Leão, temos duas Luas Cheias em Aquário. A primeira é já no próximo dia 24.

As Luas Cheias pedem-nos sempre que equilibremos duas energias opostas. Neste caso, teremos de equilibrar a energia de Leão, onde está o sol, com a energia de Aquário, onde está a Lua.

É como se tivéssemos de colocar algum gelo naquilo que já esteja a arder demais ou que esteja a arder no sítio errado.

Aquário pede-nos que usemos a cabeça e não apenas as emoções. Muitas vezes, é de grande ajuda colocarmo-nos um pouco à distância para observarmos as coisas com mais clareza. Quem se consegue observar a si próprio com algum distanciamento, aqui e ali, está no lugar ideal para conseguir efetuar as mudanças que pretende.

Muitas vezes envolvemo-nos emocionalmente demais e não há nada de errado nisso, faz parte da bela experiência humana. Contudo, se nos deixarmos engolir pelas emoções, acabamos a reagir instintivamente e a tomar ações que não serão as mais corretas nem para nós, nem para os outros.

O eixo Leão/Aquário também nos vem lembrar de equilibrarmos o «que eu quero e desejo» com o «que é melhor para todos e para o futuro». Motivos egoístas não nos levam muito longe. E decerto que, se tentarmos, devemos encontrar uma forma de viver a vida que nos faça felizes, ao mesmo tempo que contribuímos para um mundo e um futuro melhores, para a felicidade dos outros.

A Lua em Aquário vem lembrar-nos de que pertencemos uns aos outros, de que estamos interligados, embora sejamos diferentes e aparentemente independentes. Aquilo que um faz ou deixa de fazer influencia o grupo a que pertence: influencia a família, os amigos, a cidade, o país, a humanidade.

Esta lunação dá-nos uma grande oportunidade de abrirmos o coração e a mente, de forma a compreendermos verdadeiramente como nos podemos entreajudar. Estaremos mais dispostos a perdoar, a escutar e a estender a mão. Podem ser coisas grandiosas ou coisas simples, mas estaremos em posição de fazer algo que facilitará a vida de alguém.

É tempo de cultivar a amizade e a humanidade em nós. Não precisamos de ir muito longe. De certeza que há alguém por perto a precisar de algo que nós podemos dar. Basta retirarmo-nos um pouco das intermináveis ondas dos nossos anseios e dos nossos medos para percebermos que podemos fazer muito pelos outros.

Nem nos cabe a nós saber o que é muito. Às vezes até podemos achar que é pouco, que gostaríamos de fazer mais, de dar mais… Contudo, quem sabe a diferença que um sorriso, um elogio sincero, um «bom dia» podem fazer?! Quando damos «um pouco», mas de coração, a outra pessoa pode estar a receber «muito»… Não desperdicemos oportunidades de fazermos os outros acreditarem num mundo melhor.

É tempo de fazermos crescer a humanidade dentro de nós, de aproveitar o que temos em comum e o que temos de diferente.

É tempo de alimentarmos as nossas amizades.

É tempo de ajudarmos alguém a seguir em frente.

É tempo de nós próprios seguirmos em frente, de olharmos para a nossa vida como se estivéssemos do lado de fora, para nos vermos com maior lógica, com maior realismo, e conseguirmos fazer as alterações necessárias que nos conduzirão ao futuro que desejamos.

Esta Lua Cheia traz relâmpagos intuitivos, traz uma energia potencial enorme para ultrapassarmos os nossos limites, com novas estratégias e com formas de agir que conciliem os nossos ideais com os dos outros.

A quadratura entre Saturno e Úrano (o regente antigo e o regente moderno de Aquário), activa até ao final do ano, pede-nos, entre outras coisas, mudanças radicais na estrutura da nossa vida, que nos assustam e que nos deixam inseguros… Mas em vez de nos perdermos a imaginar o que pode correr mal, devemos ocupar o nosso cérebro com questões pertinentes, como, por exemplo:

  • o que devo mudar (em mim, na minha vida)?
  • como posso mudar? (um pequeno passo de cada vez é sempre mais fácil)
  • como posso contribuir para a mudança positiva do mundo?
  • como posso ajudar outros no processo de mudança?
  • o que já aprendi com a minha experiência?
  • o que posso fazer para ganhar estabilidade (cuidar da saúde, fazer uma poupança,…)?

Alimentar o cérebro com questões pode resultar em soluções, alimentar o cérebro com preocupações, só resulta em medo e incapacidade de agir.

Agora, é muito importante que encontremos novas soluções e que nos adaptemos ao novo mundo em formação. Mas não nos devemos esquecer que, como fazemos parte do mundo, também é nossa responsabilidade contribuir para a mudança.

Vamos lá fazer mudanças positivas pelo nosso futuro, pelo futuro de todos?

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